domingo, 3 de julho de 2011

Nao perdoas uma....

Agora que estava quase a sentir-me bem, que via um caminho para ser feliz, cheguei até a estar contente... Partes-te outra vez só por diversão... fazes-me sentir mal e voltar à vida que tenho... uma vida de mentiras e falsidades para ninguém saber como realmente me sinto...
É triste coração... mas voltas-te a ganhar....

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Confissão...

Quem sou eu?! Ninguém... ninguém que valha a pena... ninguém de valor...
Sinto este vazio, este ardor, um gosto amargo na boca que não sai nem por nada... por mais água que leve na boca... estou mais perto de me afogar do que de sentir qualquer coisa...
3s foram as vezes... que pensei que tudo era bem melhor se apenas não fosse, que tudo começasse com um fim... até porque... que faria eu aqui?? que papel tenho eu? apenas funções biológicas?! nem gosto delas....
1a foram as vezes que eu o pensei em fazer... no fim... apenas mais um vazio.... mais um pensamento, mais uma história... mais um nada!
Eu paro e penso... quem me ouve??? Diria ninguém...(apenas mais um cliché)... até porque é mentira... eu oiço-me e muito bem... mas quem quer mesmo falar comigo... procuro nomes ou amizades... E sim eu aponto um ou dois e digo que estão lá... Mas no fundo... o que sinto... a verdade... ou melhor.... a ilusão.... ninguém está lá!!! Apenas me conforto dizendo que sim para poder fingir um sorriso que me cansa e me rebaixa...
Quem te quer ouvir (pergunto-me eu)... Quem... quer que tu o/a oiças???.....
Paro e faço silencio como uma criança a jogar às escondidas :
Espero que alguém faça barulho.... mas o silencio é tão grande... tão monstruoso... tão inquietante.... e o medo de ficar ali sozinho é tão grande que vamos tentar nos "livrar" (como se dizia na minha casa em pequeno) saímos do silencio a correr para tentar ir ter com os outros... mas... para mim... o jogo era diferente....
quando saio do meu esconderijo estou sozinho... o jogo já acabou... ninguém está à minha procura... e já foi tudo embora....
O verdadeiro medo de um rei é não ser lembrado, o medo de um pobre é não ser notado, o de um velho é de não ser cuidado, o de uma criança é de não ser ouvido....
O que volta à minha pergunta inicial.... quem sou eu? E quando já não é medo? E quando tudo passou a ser vazio, por não podermos ter medo de algo que aconteceu?
Quando falo... só o meu eco é captado.... por mim....
Vivo numa ilusão... criada por mim... porque a realidade me atormenta... compensa????



Um sorriso na Lua...

I am in love with you...

.... and that is going to make a hole in my heart